Arquivos | 2010-1º semestre: Gest.Com. – Criação e Des. de Negócios RSS feed for this section

Difícil achar um site melhor que esse!

26 mai

http://www.storyofstuff.com/

ENTREM, assistam. Ah, em inglês. Você não sabe? Tá esperando o que pra começar a estudar??

Atenção BlackBerry users!

13 mai

Hum, como começar, como dizer?

Bom, direto ao ponto. A RIM vai lançar um troço que lembra o Palm Foleo. Vai acompanhar o seu BB te dando uma tela maior. Não terá conectvidade.

E meus Canadian friends disseram que não gostam muito dessa ideia… se perguntarem, não, você não viu aqui…

Casas Bahia vai receber R$ 1 bilhão do Pão de Açúcar

12 mai

Parece que a nova Casas Bahia começou a sair do papel. De acordo com fontes ouvidas pelo jornal Estado de S.Paulo, o Grupo Pão de Açúcar concordou em colocar quase R$ 1 bilhão na nova empresa para suprir a alegação da família Klein, controladora da Casas Bahia, de que seus ativos teriam sido subavaliados em pelo menos R$ 2 bilhões.

O acordo começou a ser rediscutido há duas semanas e as negociações já estão bem avançadas, mas ainda devem levar mais duas semanas para se concluírem.

Durante a teleconferência de divulgação dos resultados do Pão de Açúcar, nesta terça-feira (11), o presidente do conselho de administração, Abilio Diniz, comentou o assunto pela primeira vez. Segundo ele, os principais pontos do acordo entre as duas empresas já estão resolvidos: “nos pontos mais relevantes, acho eu, nós já chegamos a um acordo. E vamos conseguir superar todas as divergências.”

De acordo com o jornal, ainda há uma possibilidade de a família que comanda as Casas Bahia receber um valor entre R$ 100 milhões e R$ 200 milhões em recebíveis (compromisso de pagamento futuro). E ao contrário do quase R$ 1 bilhão pela compensação dos ativos, esse dinheiro em recebíveis iria direto para a família Klein.

Além disso, já foi acertado um novo acordo entre o conselho de acionistas, que prevê uma divisão de poder e garante direito de voto aos Klein. A família já havia se mostrado insatisfeita com o organograma anterior, que lhe concedia a cadeira da presidência da nova companhia, mas com as decisões sendo monitoradas por Abilio Diniz.

Na Bolsa de Valores

Quando o acordo entre Pão de Açúcar e Casas Bahia foi anunciado, não ficou claro como ocorreria a venda de ações e isso não estava registrada em contrato. Agora, os Klein poderão vender sua participação por meio da Bovespa, onde já são negociadas as ações da Globex (Ponto Frio, Eletro e Casas Bahia). O primeiro acordo previa que a venda de ações seri liberada entre 12 e 48 meses após a fusão e ocorreria gradativamente até os três anos completos da fusão. A partir daí, a família Klein poderia vender 100% de suas ações.

O único entrave encontrado é que as ações da Globex são pouco líquidas, o que dificulta sua situação no caso de uma venda no mercado de capitais. Atualmente, somente 5% dos papéis são negociados e, para resolver esse problema, há previsão de uma nova oferta de ações em cerca de três anos. A questão, segundo o jornal, não era a rápida saída dos Klein, e sim a possibilidade de venda pela Bolsa.

Com informações do Estado de S.Paulo

Redação Adnews

O Plano Nacional de Banda Larga (de novo)

11 mai

Quem é meu aluno, sabe. Tenho sempre falado sobre o bendito. E em como isso afetará a vida de TODOS os mercados de trabalho e seus postos. Leiam a matéria abaixo. Quem for esperto…

Oi queria exigir comprovante de renda para oferecer banda larga popular

Boeing e um exemplo da falta de sensibilidade que pode acontecer em mega-empresas e seus softwares de CRM.

10 mai

Menino de 8 anos envia desenho de avião, mas empresa descarta ideia

Harry Winsor enviou seu desenho favorito para companhia.
Boeing respondeu que desenho foi jogado fora.

Do G1, em São Paulo

Harry Winsor enviou seu desenho favoritoHarry Winsor enviou seu desenho favorito
(Foto: Reprodução/John Winsor)

O desenho de um avião feito por um garoto de 8 anos de idade foi rejeitado pela companhia Boeing, que considerou a mensagem uma sugestão de engenharia.

Harry Winsor sempre foi apaixonado por aviões e, nos últimos seis meses, desenhou diversos modelos de aeronaves. O pai do garoto, John Winsor, o incentivou a enviar uma carta para a Boeing com seu desenho favorito e mostrar sua paixão pela aviação.

Dias depois, Harry recebeu em casa uma carta padrão da Boeing descartando sua ideia.

Na carta, a companhia agradece a mensagem, mas avisa que muitas sugestões são enviadas e analisadas pelos engenheiros da Boeing. A resposta sugere que o desenho de Harry foi analisado por especialistas, mas que a empresa não poderia dispor de tempo, dinheiro e riscos em colocar sua ideia em prática.

Empresa respondeu carta do meninoEmpresa respondeu carta do menino
(Foto: Reprodução/John Winsor)

“Agradecemos seu interesse, mas lamentamos em informar que descartamos sua mensagem, sem guardar qualquer cópia. Por favor, entenda que esse procedimento faz parte da política da empresa”, diz a carta enviada ao garoto.

John Winsor, pai de Harry, escreveu em seu blog que desde que recebeu a resposta da Boeing, está na dúvida se mostra ou não a carta para o filho.

Uma das melhores propagandas que já vi.

15 abr

Sem baixaria, sem criaturas estranhas que vivem em máquinas de refrigerante, sem gritaria, sem ninguém pelado.

Parece chato, né, jovens? Mas assistam, é MUITO bom.

http://sorisomail.com/email/17414/coca-cola–finals-.html

Classes A e B são mais ligadas às marcas

8 abr

40% dos consumidores das classes A e B são mais preocupados com marcas reconhecidas

Por Marcos Bonfim – Meio & Mensagem Online

A qualidade dos produtos supera o desejo por consumo de marcas renomadas, segundo pesquisa da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) que envolveu 800 entrevistados. Deles, metade não se preocupa com marcas conhecidas. A maioria dos entrevistados (82,8%), no entanto, concorda que os produtos com melhor qualidade têm preços mais elevados.

Na análise por classes, o resultado apontou que 40% dos consumidores A e B são os mais atentos às marcas. Em contrapartida, os das classes D e E são os mais desinteressados no assunto (66,3%). Segundo Sandra Turchi, superintendente de marketing da ACSP, a taxa de consumo mais elevada nas classes A e B apresenta uma forte ligação com o status que as grandes marcas conferem a quem as consome.

A grande diferença é a forma como as classes analisam o produto no ato da compra. Os consumidores mais pobres prezam muito a escolha acertada, pois não dispõem de tanto capital. “Eles consomem produtos de qualidade, sim, desde que sejam beneficiados pelo crédito, mas não necessariamente a escolha vai estar ligada à marca. Ele se permite pagar mais caro, mas não quer arriscar”, explica.

A pesquisa mostra também que 76,3% dos consumidores preferem qualidade a preço, sendo os das classes A e B os que mais concordaram com a assertiva: “Prefiro um produto de qualidade a um de bom preço”, (81,1%). São os consumidores com este perfil os que mais realizaram compras na internet (39,1%) e os que mais compraram produtos com divulgação através de propaganda por e-mail (32,1%).

Entre as classes D e E apenas 7,1% fizeram compras pela internet e 3,1% através de e-mail marketing. O destaque, porém, é que os consumidores destes segmentos são os que mais fizeram compras pela web nos últimos 30 dias (28,6%), reflexo do movimento vivido pela economia nacional e do acesso de novos públicos a opções antes restritas a uma minoria.

iPhone. Quem sabe dou outra chance a essa PORCARIA?

8 abr

Parece que vai virar multitarefa. Se a Apple continuar assim, quem sabe?
Matéria do Gizmodo.

Uma nota pequena sobre o iPad.

6 abr

Bom, todos me perguntam: “E o iPad, o que você acha?”. Ainda não peguei um na mão, mas em breve sei que o pessoal geek que conheço pegará; vi vídeos e tal… o que respondo? O que sempre digo para todos, sobre TODOS os gadgets: depende do uso específico que você fará dele. Para mim? No momento, só uma palavra: lixo. iTrash mesmo. Não tem porta USB, não é multitarefa (se você está ouvindo uma música e quer ler um livro, escolha um dos dois). Certamente alguém fará JailBreak nele rapidinho. Para mim, pelo preço e pelas poucas coisas que me interessaram, não serve. Ainda aguardo o Microsoft Courier.

Prefiro os outros tablets que correm por fora, ou rodando Android ou Windows, ou sei lá. O vídeo abaixo mostra um peso-pesado que humilha, desmoraliza e acaba de vez com o Mac Reboliço. Existem outros, mas olhem o vídeo e leiam isso aqui.

Helpdesk e pós-venda!

1 abr

Revista para jovens terá 700 mil exemplares

30 mar

Com parceria entre a editora Novo Meio e a Decidindo, OffLine chegará a 777 instituições de ensino por todo o Brasil

http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Revista_para_jovens_tera_700_mil_exemplares&origem=mmbymail

Por Renato Pezzotti
29 de Março de 2010 às 16:55

A- A+

Edição 16 da OffLine comemora os dois anos da revista

Saltar de 50 mil exemplares para 700 mil. O desafio parece imenso. Mas a OffLine, revista da editora Novo Meio, quer provar que é possível. Por meio de uma parceria com a Decidindo Marketing & Relacionamento, a publicação chegará a um número exato de 777 instituições de ensino por todo o Brasil e pretende alcançar 2 milhões de universitários. Os números são auditados pela PricewaterhouseCoopers.

A agência será responsável pela parte comercial, operacional e de logística. O conteúdo continua sob responsabilidade da Novo Meio e do editor Ricardo Peruchi. “Unimos as equipes com o que cada uma tem de melhor e pretendemos tornar a OffLine a maior revista gratuita e maior publicação dirigida ao público universitário do País”, conta Rodrigo Clemente, presidente da Decidindo.

Hopi Hari, Itaipava, Nestlé, Santander, Sebrae e TNT são os anunciantes que já fecharam a cota comercial anual – serão sete edições até novembro. “A edição de abril inaugura a nova fase da revista, que continuará com o mesmo formato, com 52 páginas, 12 delas de publicidade”, explica Clemente. O formato, em horizontal, prossegue como destaque. Segundo pesquisa realizada pela editora, 78% dos leitores aprovam o diferencial.

O investimento para esta edição gira em torno de R$ 700 mil, entre distribuição e realização de pesquisas sobre o resultado. “A tiragem parece elevada, mas é pouca se calcularmos a demanda. São 2,2 mil faculdades no Brasil, e a agência tem parceria com 1,4 mil. Ou seja: estamos atingindo apenas metade das faculdades onde atuamos”, conta o executivo.

Além da possibilidade de versões customizadas até por região (a revista será distribuída em dez Estados mais o Distrito Federal), ele ressalta que a entrega pode ser realizada com ações de marketing direto dentro das universidades. A Decidindo ainda prepara outras oportunidades de mídia, entre elas a parceria com uma rádio e um canal de mídia out-of-home com uma grande universidade de São Paulo.

Nova gigante varejista quer dobrar fatia de mercado

29 mar

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G1O Portal de Notícias da Globo

29/03/10 – 14h48 – Atualizado em 29/03/10 – 14h58

Nova gigante varejista quer dobrar fatia de mercado

Operação entre Ricardo Eletro e Insinuante cria gigante do setor.
Objetivo é ter 15% do mercado nacional em dois anos.

Ligia Guimaraes Do G1, em São Paulo

Tamanho da letra

Fachada de loja da Insinuante em Salvador. (Foto: Agência Estado)

As varejistas Ricardo Eletro e Insinuante anunciaram a fusão das duas empresas nesta segunda-feira (29) como estratégia das duas redes de unir sua experiência de liderança em mercados regionais – em Minas Gerais e no Nordeste, respectivamente – para “sobreviver” diante da gigante formada por Pão de Açúcar e Casas Bahia em 2009. Com a fusão, a nova empresa espera passar, em dois anos, dois atuais 8% do mercado nacional para 15%.

Ricardo Nunes, presidente da Ricardo Eletro, e Luiz Carlos Batista, da Insinuante, que falaram sobre a operação em evento em um hotel em São Paulo, destacaram como principais vantagens da união o fato de as redes serem especializadas em regiões diferentes, e serem muito similares em tamanho. Além disso, as duas estão entrando no negócio sem dívidas e com reservas de caixa.

“A grande vantagem é que quase não temos sobreposição de lojas. Isso só acontece no estado da Bahia, onde a Insinuante tem 80 e a Ricardo tem 60 lojas. Mas não devemos fechar nenhuma loja”, disse Ricardo. Com relação à Bahia, os executivos apontaram que o mercado do estado comporta as duas varejistas.

O objetivo da Máquina de Vendas, como foi batizada a nova holding, é crescer das atuais 528 lojas para mil pontos de venda em 2014. A estimativa é que o negócio gere um ganho com sinergias de cerca de 3% – aproximadamente R$ 150 milhões. O número de funcionários também deve dobrar, de 15 mil para 30 mil.

Foto: Editoria de Arte/G1

Ranking mostra estimativas de faturamento. (Foto: Editoria de Arte/G1)

Os empresários não divulgaram o valor da operação que, segundo eles, foi feita a partir da troca de ativos e passivos das companhias.

De acordo com Batista, não houve desembolso por parte das empresas e a intenção é que o crescimento da nova rede aconteça por meio de fusões, aquisições e associações com outros grupos. “Estamos muito abertos para associações e fusões, de modo que não dependamos tanto de capital externo”, disse ele.

O executivo da Insinuante , a nova empresa deve investir R$ 50 milhões na criação de até 50 lojas em 2010, sendo que cerca de 30 delas deverão ser criadas no Rio de Janeiro, com a bandeira Ricardo Eletro. A rede planeja entrar no mercado na cidade de São Paulo em cerca de um ano e meio, segundo Nunes.

O controle da holding será compartilhado, sendo que cada uma das redes atuais possuirá 50% de participação. Ricardo Nunes, da Ricardo Eletro, será presidente da nova companhia, enquanto Luiz Carlos Batista, da Insinuante, ficará a frente do conselho executivo da holding.

A partir de agora, a holding estará presente nos estados de Minas Gerais, Espírito santo, Goiás, Bahia, Sergipe, Rio de Janeiro, Alagoas, Amazonas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte, além do Distrito Federal e do interior de São Paulo.

Negociação

A ideia da união, segundo os executivos, surgiu depois do anuncio da união do Pão de Açúcar com as Casas Bahia, em dezembro do ano passado. De acordo com Nunes, o anúncio chamou a atenção para uma nova oportunidade de negócio, e fez com ele ligasse para Batista em janeiro para propor o negócio. Desde então, os dois estiveram “morando juntos” em um apart hotel no Itaim Bibi, em São Paulo, para negociar todos os detalhes da operação.

“Desde janeiro, estamos comendo e bebendo essa operação”, diz Nunes.

A negociação, segundo as empresas, tem como objetivo atender o crescimento do consumo das famílias brasileiras, em especial das classe C e D. A marca Insinuante será a bandeira predominante nas regiões no Nordeste e Norte do país, enquato a Ricardo Eletro será utilizada no Centro-Oeste e no Sudeste.

A união acontece alguns meses após o grupo Pão de Açúcar, líder no varejo do país, ter fechado acordo de compra das Casas Bahia, criando uma rede com pouco mais de mil lojas.

A Ricardo Eletro foi fundada em 1989 e tem cerca de 260 lojas nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Sergipe, Alagoas, Goiás e no Distrito Federal, entre lojas de rua, de shopping e megastore. A companhia tem cinco centros de distribuição.

Enquanto isso, a Insinuante começou a operar em 1959 e atualmente possui aproximadamente 220 lojas, em todos estados do Nordeste mais Rio de Janeiro e Espírito Santo.

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Tentando voltar…

23 mar

Pessoal, muita correria, farei resumos de fatos importantes e definições relevantes. Ou vice e versa.
O que importa, mesmo, é a matéria do CQC de ontem. Sobre a TV de LCD doada para a prefeitura de Barueri e que foi DESVIADA (a palavra é essa mesmo) para a casa de uma funcionária. Pra quem não viu, sugiro esse link aqui do Gizmodo, que tem comentários e os vídeos. Fiquei tão possesso quando assisti que achei que ia até sonhar com isso. Leiam!

1ª aula de Criação e Desenvolvimento de Negócios.

23 fev

E lá vamos nós pra mais uma turma de TK, último semestre. Pra variar, a diferença de quem faz bacharelado é gritante. Gente interessada, mais madura e que está lá pra aprender, eu acho. MUITO BOM! Jamais deixem alguém falar que tecnólogo não é faculdade. EU já ouvi isso muitas vezes.

E começamos com os blá blá blás de sempre, aqueles de começo de semestre. Mas logo depois, de cabeça no conceito de MISSÃO, que será esclarecido e repassado na próxima aula. Os três círculos que devem representar a missão da empresa e que, ao mesmo tempo, devem ser por ela representados. O mercado, o consumidor e os valores reais da companhia. Falamos da CORELLO (graças ao sapato chique da Flávia). O Paulo foi o escolhido como a melhor missão redigida pela classe. Procurem se lembrar do que ele escreveu! Paulo, digita, me manda que eu coloco aqui. E nosso amigo Hamílton leu a da Nextel. Dêem uma olhada no link da Corello e no da NEXTEL. Comparem. Pensem sobre isso. Vamos discutir depois. ÓTIMO começo. Se a classe todinha for assim, será um semestre de orientação e aulas muito agradável. E mais do que isso: com MUITO trabalho. Falamos da Mate-Leão e das atitudes REAIS de sustentabilidade e ecomedidas que buscam posicionar a marca de maneira estratégica na mente do consumidor.

Pra quem não anotou, aqui o link da norma de apresentação de TCC da Uniban. Divirtam-se.

2ª aula.Mais sobre missão e valor.

23 fev

Propus um exercício que confirmou minhas expectativas (infelizmente). A modernidade, o pouco contato com filosofia e estudos sociais que dêem algum alento ao intelecto humano parece ter feito um estrago em nossa capacidade de pensar. Pedi para que todos os alunos escrevessem, em poucas linhas, o que suas empresas estariam fazendo, daqui a dez anos. Não importavam os meios para se chegar a algo que seria a missão da empresa no futuro. Não era necessário pensar em quem ou como seriam financiados os objetivos alcançados. Como disse em aula, quanto pensamento pé no chão!!! São jovens, precisam, podem sonhar mais. Soltar as amarras do capitalismo e do mundo corporativo que castra nossos devaneios a golpes de marreta forjada por salários injustos, benefícios sedutores e jornadas de trabalho escravizadoras… certo, parei. Respirando…

Enfim, temos a definição de VISÃO e MISSÃO.

Visão (declaração de): projeta a ideia de como será a empresa dentro de uma perspectiva de médio e longo prazo (10 anos, no caso do nosso exercício que deveria ser libertador). As crenças, valores e aspirações da empresa devem ser refletidas aqui. Em aula, fiz três círculos representando MERCADO, EMPRESA e CONSUMIDORES, lembram? Por favor, não reduzamos aqui a acepção de cada termo, lembrem-se do que vocês (e eu) falamos acerca de cada um, certo? A declaração de visão deve cuidar da relação EMPRESA-SOCIEDADE. É recomendável que todos os níveis da companhia participem da elaboração dessa etapa; a alta gerência tem a palvra final e deve tomar grande parte nesse processo.
Não é aqui que encontraremos os passos mensuráveis. Não é aqui que veremos a parte quantitativa das empreitadas da organização – ao invés disso, e era isso que esperava de vocês (praticaremos novamente na segunda-feira), deve fornecer motivação, orientação, imagem e filosofia que norteiam os passos da empresa. Pensem em algo como crenças, vontades e sonhos da empresa.

Destaque para a Flávia e pro André. Gostei muito do Hélio também que, mesmo obedecendo a “cabeça” japa de sua empresa, conseguiu tirar os pés do chão. Melissa fez algo bacana também. Mas pode e DEVE ser mais, senhores. Vocês precisam ousar. Sonhar. Sobretudo a Marta, que tem a aspiração latente de ser proprietária-diretora da melhor confecção de roupas que a Uniban já produziu.

MISSÃO: Simplesmente o que a empresa faz. O propósito, a sua razão de ser. O relacionamento aqui é EMPRESA-CLIENTE. Deve ser atraente, caprichar na comunicação, contar com a elaboração de um redator (se possível formado em Ciências Sociais aplicadas – acreditem, nós ACHAMOS que sabemos escrever, mas nem sempre somos capazes de certas tarefas), deve mostrar como serão os negócios da empresa, de que forma a empresa articular-se-á para realizar a visão.

Deve destacar:

-atividades e mercados nos quais participa/atua/influencia
-diferenciais em relação à concorrência
-conquistas previstas em CURTO prazo (diferentemente da visão)

A “função” principal da declaração de Missão é manter os funcionários direcionados e voltados para um único ideal, buscando motivação e empenho de todos aqueles que trabalham para o êxito da empresa.  A missão é recurso estratégico no sentido de apontar caminhos para as decisões de negócio a serem adotadas.

COMO EXERCÍCIO: procurem, além da Corello e da Nextel no post anterior, as declarações de Missão e Visão de diversas empresas. Entendam o posicionamento das organizações e vejam se estão de acordo com o que falo aqui e falamos em aula. Comecem pelas próprias empresas em que atuam, como a Mate Leão ou a Honda.

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